Mude sempre

seja mais forte...Um texto que me inspira a procurar uma melhor versão de mim própria todos os dias.

Mude sempre
Mude tudo sempre.
Mude a cor do seu cabelo. Mude o corte, também.
Mude o lugar dos móveis da casa. Mude de casa também.
Mude o trajeto que você faz para ir ao colégio. O do trabalho também.
Mude o sabor do sanduíche predileto. E do sorvete também.
Coma menos carne e mais manga. Menos refrigerante e mais água mineral.
Com gás.
Mude o estilo da roupa. Use mais branco. E mais vermelho também.
Mude.
Mude sempre.
Mude seus sentimentos em relação aos amigos. E aos inimigos também.
Mude seus cuidados com a pessoa amada. E por quem lhe ama também.
Mude sua generosidade pelos que pedem. E mais tolerância com quem se doa a você.
Mude sua visão do trabalho e com quem você reparte 1/3 de toda a sua vida.
Mude sua visão da morte, da eternidade e do medo de morrer.
Não culpe nunca ninguém pelo lhe acontece. Nem Deus, nem o diabo nem a sorte.
Mude sua visão da responsabilidade. Você é o único responsável.
Cuide mais dos amigos, do seu pai e da sua mãe também.
Tenha um cachorro ou um gato. Com o nome bem pequeno.
Jogue fora o guarda-chuva. E a ansiedade também.
Às vezes fique só. Gente, o tempo todo, cansa.
E principalmente, mude os cuidados com o seu corpo.
Ele é o seu primeiro e único verdadeiro patrimônio.
Sem ele você não muda. Nada.
É no corpo onde habitam todos os verdadeiros desafios.
Ele é todo o seu território no qual são feitas as mudanças.
Então dê uma chance verdadeira a ele.
Mude-o todos os dias.
Respire mais, flexibilize-o mais , torça-o, distenda-o e finalmente relaxe-o.
Depois medite.
E tudo mudará para sempre.

Professor Joris Marengo

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Auto-conhecimento

auto-conhecimento

Todos nós temos regiões desconhecidas, seja no corpo físico, na esfera emocional ou no que diz respeito ao que a nossa mente pensa ou deixa de pensar. Seriam como pontos cegos que você não vê, mas sabe que existem.

Quando alguém desenvolve mais lucidez sobre o corpo, as emoções e pensamentos, o resultado imediato é exercer melhor todas as funções e atividades, tanto no trabalho quanto no desporto, nos estudos, nas artes, etc. Passa a se relacionar melhor com a família, os amigos, os colegas de profissão.

O mundo está em constante transformação, bem como cada um de nós. Essa busca pelo autoconhecimento gera um indivíduo integrado com o seu tempo, preparado para os desafios que a vida naturalmente apresenta nos diversos papeis que exercemos.

A meditação, oriunda de tradições orientais muito antigas, é uma forma para atingir o autoconhecimento e vem sendo difundido no meio empresarial e desportivo como uma ferramenta para superar metas e alcançar objetivos. Muita gente acha que meditar é reduzir a consciência, mas é o contrário. É aumentá-la, é expandi-la, é adquirir mais lucidez. É nada mais do que um tipo de intuição, uma manifestação que todos nós já experimentamos, alguns mais outros menos. Trata-se de um canal que nos traz o conhecimento por via direta, sem a interferência do intelecto. Foi intuição aquele episódio familiar ou profissional no qual você sabia do fato, embora ninguém lhe tivesse dito ou telefonado. Simplesmente, você o sabia. Profissionalmente, talvez você o tenha deixado passar por não dispor de um respaldo racional, uma documentação ou bibliografia. No entanto, se tivesse lançado mão daquele conhecimento intuicional, teria passado à frente da concorrência. Depois, bastaria procurar a documentação adequada, ou as estatísticas necessárias para fundamentar o que você já sabia – fundamentá-lo apenas para que os seus pares não pudessem questionar as suas fontes.

Você pode, também, começar esse processo refletindo constantemente sobre as coisas que gosta ou não de fazer, forjando assim um estilo de vida de acordo com aquilo que lhe traz mais felicidade. Pergunte-se quais são seus pontos fracos e busque se superar em cada um deles. Saiba quais são suas qualidades e atributos, gerando não somente autoconfiança, o que é imprescindível para superar obstáculos mas, principalmente, descobrindo onde e quando exercer o que faz melhor. É sua obrigação saber quais são suas paixões, o que ama e o que desgosta. Só assim poderá construir uma realidade e um futuro baseado em escolhas certas.

Outra estratégia é lembrar de um momento da sua vida em que se sentiu melhor e mais feliz. Pergunte-se qual era o seu trabalho e quais as tarefas que exercia na época. Quem eram as pessoas mais próximas, os lugares que freqüentava, o seu desporto, as viagens, os hábitos em geral que caracterizavam aquela condição em que se encontrava. Realize uma verdadeira varredura em sua memória e descubra tudo o que fazia para aquela ocasião ter sido tão especial. Depois de refletir sobre isso, procure mudanças que se aproximem daquele instante, em busca do autoconhecimento.

Você pode ainda tomar consciência do seu próprio corpo. Comece, por exemplo, por descobrir qual é a sua respiração e como aperfeiçoá-la. Conheça seus limites físicos no que diz respeito ao alongamento, à flexibilidade, à resistência, através do desporto, da dança, de uma arte marcial ou de outro método que trabalhe o seu corpo. Tenha mais noção do espaço vital onde transita, gere consciência de movimento e observe como se desloca: se os objetos caem a sua volta ou não, se você tropeça enquanto caminha ou se jamais isso acontece.

Tudo isso, em última instância, conduz o indivíduo a conquistar mais lucidez sobre as coisas ao seu redor e, como consequência, a ter um nível muito maior de concentração sobre aquilo que realiza.

Inicie pelas ações quotidianas a ter mais autoconhecimento e aprofunde esse treinamento até descobrir o que lhe traz felicidade. Nos próximos dias, desafie-se a fazer menos ruído nas tarefas mais banais, como fechar uma porta, subir uma escada, colocar um copo na mesa. Amplie essa aprendizagem para o seu corpo físico, emocional e mental e desenvolva-se de forma completa. Em outras palavras, dedique mais tempo e atenção para si mesmo.

Artigo publicado na Revista Sports Mag de Setembro de 2013, escrito pela Profª. Naiana Alberti.

Foi assim…workshop prático de alimentação vegetariana

O workshop de alimentação vegetariana no Espaço Braga | Swásthya Yôga foi um sucesso!

Os raviolis de espinafre com recheio de cogumelos e molho de tomate ficaram uma delícia.  Foi muito divertido aprender a fazer massa, cortar e rechear.

Adoramos a simplicidade da panna cotta de baunilha com coulis de morango e a versatilidade do paté de beringela e da manteiga de ervas.

Já estamos a preparar o próximo workshop, portanto fica atento para reservares a tua vaga atempadamente!

Entretanto não deixes de acompanhar o nosso blog de receitas: http://bragagourmet.wordpress.com/

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Vida de pipoca

Milho de pipoca que não passa pelo fogo, continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Há sempre o recurso do remédio: Apagar o fogo! Sem fogo, o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada, dentro da panela cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou. Vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina do que é capaz.

Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! Ela aparece em uma forma completamente distinta, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Bem, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. É como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. E triste é o seu destino, uma vez que permanece dura a vida inteira. Vão acabar sozinhas, não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria a ninguém.

Sejamos gratos pelo fogo! Ainda há tempo de sermos pipoca!

Autor: Rubem Alves

 

pipoca

 

No texto acima o escritor Ruben Alves descreveu maravilhosamente o processo de transformação pelo qual os praticantes do Método DeRose passam desde que começam a sua prática.

A parte técnica do Método DeRose, o Yôga Antigo, é uma ferramenta de autoconhecimento e de profunda transformação capaz de levar um ser humano comum ao mais elevado nível de consciência.

O Yôga é um dos pontos de vista do Hinduísmo e o criador mitológico do Yôga foi Shiva, um homem que viveu na antiguidade há mais de 5000 anos na Índia.

Shiva é o nome do criador do Yôga mas ele representa também as forças de renovação da natureza no Hinduísmo. O fogo é seu símbolo, pois os povos antigos perceberam que algumas sementes somente germinavam após um incêndio ter devastado a floresta. O fogo foi então visto como o elemento que destrói o que é antigo para desencadear a mudança e fazer florescer o novo. Na imagem de Shiva Natarája, o fogo aparece na mão esquerda de Shiva e também na forma de um círculo em chamas que envolve toda a figura.

E aos praticantes da Nossa Cultura, que venham as mais belas transformações e mudanças!

Texto do Método DeRose Cambuí

Retirado do Blog do Espaço Braga | SwáSthya Yôga

O que eu gosto

Quem me conhece sabe que gosto muito de animação.
Apaixono-me por cada filme do Miyazaki, não me canso de rever os clássicos da Disney e rio mais com as aventuras da Ovelha Choné do que com qualquer comédia que passe no cinema.

Estas duas curtas-metragens foram-me sugeridas por amigos.
A primeira tem uma mensagem emocionante e encanta-me pela sua doçura. Ganhou o “Prémio Goya” na categoria do melhor filme de curta metragem de animação.
A segunda faz-me dar gargalhadas do inicio ao final.